27 de jul. de 2013

Sky And Hell - Parte um/Starting

Ela me olhou com doçura. E me abraçou. E eu fechei os olhos, porque só queria sentir os seus abraços. E então me deu um beijo na testa e sussurrou para que ninguém mais ouvisse: “Eu te amo.”



Respirei fundo pegando minhas coisas e saindo carro, meio atrapalhada guardei a chave do mesmo na bolsa.
- Vem, deixa que eu te ajudo – escuto a voz de Derek e sinto o peso nos meus braços diminuir.
- Você é um anjo, Rick – respiro fundo, ajeito minha saia.
- Se toda vez que falasse isso pra mim eu ganhasse um cents, estaria sendo um anjo em Londres, Scarllet. – ele ri e eu solto um riso escandaloso – Não ri, estou falando serio Scar.
Sorri para o menino a minha frente e recebi o mesmo sorriso em troca, Derek era o tipo de nerd lindo, o sorriso, a forma o jeito ser, não sei, ele era lindo e todas as meninas percebiam isso, mas ele não ligava, claro que ele não ligava, ele era meu namorado, não podia ligar.
A questão é, ser conhecida como a nerd certinha da escola não é nada legal, odeio passar pelos corredores e ouvir “é linda, pena que é nerd” eu gosto de ser assim, Derek me ama como eu sou, vou mudar pra que?
- Vem princesa  - sinto Derek pegar na minha mão e me puxar para dentro, eu gosto daqui, gosto por não ser o típico colégio canadense que é dividido em grupinhos, todo mundo fala com todo mundo, menos um grupo.  Quatro meninos, os típicos meninos problema, mas a diferença, é que aqui, as meninas os evitam, lindos, confesso, porém idiotas sem escrúpulos.
- Rick.
- Oi.
- O que vai fazer hoje à noite?
- Acho que sair com os meninos, por quê?
- Ah – murmurei – Ia te chamar para ir à igreja comigo.
- Desculpa princesa, na próxima quem sabe. – Ele beijou minha testa e me deixou na sala seguindo pra sua.
Respirei fundo, contei até três e entrei, sorri para um pessoal na primeira fileira e acenei para uns lá de trás. Joguei meus livros em cima da mesa e minha mochila em cima da cadeira, ajeitei minhas coisas e logo minha mochila foi parar no chão para que eu pudesse ocupar a cadeira. Bufei e deitei minha cabeça sobre os braços.
- Você tem que ir curtir mais – murmurou Mary deitando a cabeça no meu ombro.
- Não dá, tenho que estudar e estudar, é o ultimo ano Mary, não está preocupada?  - resmunguei.
- Claro que estou, mas não deixo de curtir por isso.
- Ou eu curto, ou eu estudo Marília. – murmurei
- Mas Scar...
- Olha o professor chegou – respirei fundo fechando os olhos, e lá vamos nós.
-
- SCARLLET. – escutei Derek gritar me virei sorrindo fraco e ajeitei meu óculos.  – Pra onde está indo, amor? – levantei minha bíblia indicando e ele murmurou um “ah”. – Mas, por quê?
- Hoje é quinta-feira Rick, dia de culto. – disse sorrindo animada.
- Não pode falta? A gente podia ir lá pra casa, ver um filme, sei lá.
- Não posso, desculpa. Sai com os meninos, faz algo, mas, eu tenho compromisso e não posso deixar o grupo de louvor na mão.
- E desde quando você canta? – ele me olhou torto e eu o empurrei.
- Idiota – murmurei seguindo meu caminho.
- SCAR
- Vai se ferra Derek.
-
O pastor finalizava a pregação e meus olhos correram pelo local, um menino de cara emburrada e braços cruzados me chamou a atenção, um bico enorme formava em seus lábios e sua cara e insatisfação me fez rir. Tive uma vontade enorme de gargalhar alto quando ele rolou os olhos e fez um “blá, blá, blá” com a boca. Desviei meu olhar dele e foquei no pastor.
- Que o grande amor de Deus nosso Pai, a graça de Jesus Cristo Filho e as doces consolações do Espirito Santo, estejam presentes em cada um de nós e que toda igreja diga... – O pastor começou.
- Amém. – finalizamos em um coro e peguei minha bíblia, grudei o braço no braço da minha mãe e caminhei para fora da igreja.
- SCARLLET – viro pra trás e encontro um pastor sorridente acenando para mim e um menino emburrado com cara de nada. Sorrio acenando de volta e o mesmo me chama com a mão, me solto da minha mãe e vou rapidamente até eles. Ajeito rapidemente minha roupa e faço um aceno com a cabeça pra que ele possa falar. 
- Paz ao Senhor, Pastor – sorrio
- Paz ao Senhor, Scarllet. Esse é o Justin, Justin Bieber. – sorrio para o menino que me dá um aceno com a cabeça. – E Derek? Como está?
- Afastado – murmuro.
- Sinto muito – ele sorri amigável – Bem, eu preciso da sua ajuda.
- Só dizer.
- Preciso que ajude Bieber a voltar para igreja – engasgo com a minha própria saliva.
- Que? – eu e Justin falamos juntos.
- Isso mesmo, a partir de hoje, você é o anjo da guarda dele, Scarllet.
- Mas, pastor...
- Sem “mas”– assenti com a cabeça e puxei o garoto pelo braço – Ah, e a proposito, boa sorte querida. – reviro os olhos e escuto o garoto bufar.
- Também não estou feliz com isso, se quer saber – ajeitei meus óculos.
- Então por que estar fazendo? – Ele me encarou, mas logo desviou seu olhar pra frente.
- Eu disse que faria, eu costumo cumprir o que eu digo – suspirei.
- Sabe Sky...
- Scarllet.
- Acho que vai ser bom passar esse tempo com você, Sky.
- Meu nome é Scarllet.

- Não, é Sky, afinal não é você vai me mostrar o céu? – Ele parou me obrigando a parar junto, levantou uma sobrancelha e aproximou sua boca do meu ouvido – mas, cuidado princesa, que nesse meio tempo pode ser eu quem vá te mostrar o inferno.



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primeiro cap UHAUHSUH o que acham??/ meio chatinho e tals mas é só pra saber como vai funcionar e tals 
amo vocês e voltei pra ficar
Xoxo 
@whybieber_ or @KeatonGirl_

26 de jul. de 2013

Sky And Hell - Sinopse



      "Eu fui convocada a lhe mostrar o céu, mas foi ele quem me mostrou o inferno" Scarllet Donovan

"Ela é o tipo de menina certinha, que usa roupas maiores que elas e tem um estilo Geek bem legal de ser, mas não é o tipo pra mim, não sabe oque é um beijo de verdade e a cada palavra que eu digo ela consegue achar uma passagem da bíblia pra colocar minhas palavras contra mim. Ela é esperta demais para o meu gosto e eu simplesmente odeio isso, ela é demais pra mim cara, demais. Ela é certinha demais, linda demais, perfeita demais e até agora eu me questiono, como eu fui me apaixonar por ela? E por que diabos eu a deixei ir assim sem mais nem menos?" Justin Bieber. 

11 de jun. de 2013

Obsession - Parte quatro/Ryan




 Eu nunca, em todos esses dois meses que se passaram acordei tão feliz em toda a minha vida. Ele está aqui, não está? Eu posso sentir sua respiração na minha nuca, seu braço ao redor da minha cintura. Eu juro que eu posso sentir.


 De olhos fechados peguei sua mão puxando-o para mim e ajeitando nossos corpos um ao outro. Não cabe tanta felicidade no meu peito, meu medo de abrir os olhos e ver que tudo isso é um sonho, que na verdade ele continua estupido, continua um otário filho da puta. Não que eu queira falar mal de Pattie, longe disse, mas ele é sim um filho da puta e eu nunca na minha vida vou entender o motivo dele ter ficado assim comigo, logo comigo. 


 Calmamente saí de seus braços me praguejando mentalmente por isso. Olhei para ele e sorri como se ele fosse a minha pessoa favorita no mundo, e não, não é. Sorri com toda minha arcaria dentaria e selei nossos lábios devagar para que ele não acordasse. Saí do quarto dando de cara com Ryan.


- Ry – sorri o abraçando.

- Ei Jenny. Vamos dar uma volta?

- Yeah, deixa só eu por uma roupa e já venho – ele sorriu em resposta e eu fui pro quarto, me arrumei e fui ao encontro de Ryan.

- Está linda – ele disse oferecendo um braço, sem pensar duas vezes, eu entrelacei meu  braço no dele sorrindo.


-


- O que? Serio? – eu ria desesperadamente.

- Sim, serio – ele parou para tomar ar – Foi engraçado porque ele disse que era o fodão e acabou caindo – ele riu.

- Você tem falado com o Chris? A Cait?

- Sim...

- E como eles estão? – murmurei

- Levando, Caitlin sente sua falta a cada segundo do dia e o Chris, bem, você sabe, continua lá, doido pra acabar com o Bieber e te ter uma vez.

- Eu poderia estar feliz agora.

- Você realmente ia ficar com ele?

- Chris me ama, Ry. – fechei os olhos deixando as lagrima caírem e permitindo as lembranças me dominarem.



Deixei meu corpo descansar no corpo de Christian e respirei fundo inalando aquele cheiro maravilhoso que ele continha. Seus braços ao redor do meu corpo me fazendo sentir segura. Minhas unhas fazendo desenhos aleatórios em seu peito desnudo, um silencio confortante.
- Você vai desistir de mim? – murmurei
-  Não, nunca – sua voz saiu fraca porem suas palavras me deram a certeza de que era verdade.
- E se ele descobrir?
- Eu te levo embora junto comigo. – ele começou a mexer em meus cabelos molhados pelo suor.


- Olha não fica assim tristonha. Justin forçou-lhe a vir com ele! –ele disse em tom baixo.
- Eu só fico me perguntando se eu tivesse forças na época de ir contra a vontade dele, como estaria agora. Eu só não queria prejudicar Chris. –não olhava para Ryan, admirava apenas o horizonte.
- Talvez não seja a mais adequada a você, mas se você olhar em volta vera que tem alguém que gosta e quer cuidar de você. –aquilo de deu certa confusão na cabeça. Eu não sabia se ele queria jogar uma indireta sobre ele mesmo ou de outra pessoa. Virei para olha-lo e fui surpreendida por um beijo.

Fiquei assustada ao principio. Ryan sempre fora meu amigo, o único amigo nesses meses de conturbação. Sua mão foi ao encontro da minha nuca me segurando com firmeza, parecia que ele estava com medo de que eu chegasse para trás ou simples mente saísse. Mas para ser verdadeira, eu não queria. Ao contrário disso, eu bem que gostei. Ryan estava sendo cuidadoso com os movimentos, indo com calma como se qualquer movimento brusco fosse me despertar de um transe. Para mostrar a ele que eu também queria, elevei minha mão para seu pescoço e o puxei intensificando o beijo. Ryan percebeu e fui me deitando aos poucos na grama descendo a mão pelo meu corpo parando na minha cintura. Ele parou e eu não entendi, olhou em meus olhos.

- Eu poderia beijar-lhe o dia todo. –e como um choque caísse sobre mim eu voltei a terra. Foi a mesma coisa que Justin disse pra mim na primeira vez em que nos beijamos. Mas eu achei que foi coisa da minha cabeça.
- O que?
- Eu poderia te beijar todos os dias do resto da minha vida. Você não percebe não é? Todas as vezes que via você chorando, ou escutava Justin te bater alguém tinha que me segurar para não dar uma surra nele. Eu não deixava transparecer isso na frente dele, seria pior para você. E não queria que ele fizesse mais algum mau a você. Eu não posso dizer que te amo Jen, mas o sentimento está perto disso. –ele ficou em silencio me fitando.
- Ryan eu...
- Não precisa dizer nada, eu só desabafei. Não aguentava mais guardar para mim isso. Sei que provavelmente você não sente o mesmo, ou melhor, tenho certeza. Mas se você me der uma chance, uma única chance... Prometo não fazer você chorar Jenny. Apenas farei você sorrir. Sorrir sempre. –dei-lhe um selinho.
- Eu tenho certeza que sim. Mas eu estou confusa. Foram tantos acontecimentos, tantas coisas que eu não sei nem o que dizer a você. Não posso te dar esperanças, mas estaria mentindo se dissesse pra você desistir. –ele sorriu. Até um pouco demais pela resposta que te dei. Eu comecei a rir sem parar por nenhum motivo, apenas estava sorrindo de verdade. – Você é um idiota Ryan.

Continua...

Hey guys aqui é a Dricka. "que diabos é Dricka?" eu sou amiga linda maravilhosa e gostosa alem de bf da Luiza. "Mas o que você ta fazendo aqui?" Simples Luiza ta sem pc e resolveu me explorar pedindo pra alem de postar terminar o capitulo pra ela. Vocês vão reparar a escrita diferente dps dos "flash back" enfim fis com muito gosto por que amo escrever. Então é isso. Bjunda pras nega. (bejunda = beijo na bunda)

6 de mai. de 2013

Obsession - parte três/Eu vou cuidar de você pra sempre


Minha mente nem sempre tão lucida, fértil  me deu a voz. Minha mente nem sempre tão lucida fez ela se afastar, mas ela vai voltar.

quem ainda não viu o trailer clique aqui



Justin P. O. V



- Eu te amei, Bieber. Hoje só sinto medo. – “ESTÚPIDO” uma voz gritou dentro de mim ao escutar aquelas palavras sair da boca dela. Ela se virou, abaixou e pegou a amar subindo logo em seguida.


 Olhei para Ryan que me olhava sem expressão alguma.


- Que foi?

- Que foi? Serio mesmo?

- Não torra Ryan.

- Não to torrando, Bieber. Chegamos a uma situação precária, certo? Chegamos ao ponto dela praticamente implorar para que você a mate.

- Fica quieto.

- Ela está linda né? – ele sorriu

Ela tem uma bunda maravilhosa, Ryan.Eu gosto quando ela adormece no sofá e depois faz manha para ir deitar na cama, é simplesmente a coisa mais fofa do mundo ver ela dormir de biquinho, fazendo aquela manha que só ela sabe fazer. Aí eu a pego no colo, tiro cada peça de roupa, exceto a calcinha e as meias. Ela sente frio nos pés, até no verão, estranho, eu sei, mas, quem se importa? Eu não sou normal mesmo. Não sei, eu me sinto poderoso e acolhedor quando eu estou com ela nos braços. Então ela pede que eu a abrace de conchinha, ao menos até pegar no sono. Cara, eu odeio dormir de conchinha, detesto aqueles fios soltos de cabelo pinicando meu nariz. Mas adoro o cheiro que ela tem na nuca e ficar colado naquela bunda. Não sei como resolver isso. É estranho, eu a quero para mim, é torturante pensar em ver ela com outro. Ela é minha, minha, minha e minha.

- Você é louco, Bieber. Louco. Isso é tudo obsessão, você não ama ela cara, tu é obcecado por ela, é bem diferente. Quando a gente ama, mano, a gente cuida, não machuca. – ele bateu nas minhas costas e saiu andando – Ah, e só pra confirmar, ela realmente tem uma bunda maravilhosa.


Quando a gente ama, mano, a gente cuida, não machuca.



Quando a gente ama, mano, a gente cuida, não machuca.



Quando a gente ama, mano, a gente cuida, não machuca.



Quando a gente ama, mano, a gente cuida, não machuca.



Quando a gente ama, mano, a gente cuida, não machuca.


 Eu amo a Jenny, eu tenho certeza disso. Eu amo quando ela me chama de “amor”, eu me derreto todo. Na verdade, eu me derreto só de escutar a voz dela. É aquela sensação estranho, talvez até aquela sensação de borboletas – no – estomago. Você tá entendendo o que eu estou dizendo? Eu fico todo estranho só de pensar que vou vê-la, fico todo animado, sorrindo pra Deus e o mundo e com os pensamentos nela. E quer saber qual é a parte mais estranha disso tudo? A parte mais estranha, é que só ela faz eu me sentir assim.


-


 Cheguei ao quarto abrindo a porta calmamente e lá estava ela, dormindo toda encolhida, com uma blusa minha que ficava bem maior que ela, e meias, ri sozinho indo até o closet. Coloquei um short pra dormir e voltei pro quarto. Sentei na ponta da cama perto dela e sorri. 


 Passei meu polegar pelos seus lábios perfeitos, acariciei seu rosto que parecia ter sido esculpido pelo artista mais renomado de Paris. Passei minhas mãos por seus cabelos que caíam perfeitamente em seus seios e me perguntei como que eu sou capaz de machucar um anjo desse.

É para protegê-la

 Meu subconsciente gritou, suspirei pesado e me abaixei beijando seus lábios calmamente.  Meu celular apitou.
Oh, que lindo, carinhos Bieber? Se afasta ou eu atiro xx – nigthmare
 Trinquei maxilar com força e me afastei rapidamente de Jenny.
Bom menino xx – nightmare
 Taquei meu celular longe e bufei, deitei na cama e passei meu braço pela cintura de Jen a puxando para mim, fazendo com que seus corpo se chocasse contra o meu em um encaixe perfeito.
- Eu vou cuidar de vocês , princesa.  – disse aproximando minha boca de seu ouvido – Ninguém vai te tirar de mim, eu vou cuidar de você pra sempre, me desculpe por ser um monstro – senti minhas lagrimas molharem meu rosto – eu te amo – disse por fim beijando seus cabelos.


cap fofo eu gostei, beijo, amo vocês xoxo @whybieber_

24 de abr. de 2013

Obsession, trailer.

HEEEEEEEEEEEEEEEEEY CLIQUEM AQUI  E SE DIVIRTAM COM O TRAILER DE OBSESSION

Obsession - parte dois/Eu te amei.




Então não vá embora, diga o que disser, mas diga que você ficará para sempre e mais um dia, durante o tempo de minha vida. Pois eu preciso de mais um tempo, sim, eu preciso de mais um tempo, simplesmente para acertar as coisas.


Jenny P. O. V



 Sorri amarelo para o homem a minha frente e me apoiei no guarda-roupa para levantar. Justin se movimentou para me ajudar e eu logo o parei.


-Não toca em mim. – mordi meu lábio inferior e dei meu melhor sorriso para ele – eu não sirvo pra nada certo? Veremos.


 Andei até o banheiro e retirei minha roupa. E entrei no banho. Eu simplesmente me cansei de tudo sabe? De sofrer, estou nisso há dois meses, não me pergunte o que aconteceu, eu não sei. Ele ficou assim logo depois que voltou de Las Vegas.


 Bom, eu sou Jenny Cyrus, 18 anos, meus pais morreram quando eu tinha 16 anos e então eu conheci o Bieber, ele era um anjo, Pattie me acolheu como se eu fosse sua filha e sempre que podia estava lá em casa me ajudando.


 Até que veio a proposta de eu me mudar para casa deles e eu aceitei. Estava tudo perfeito, realmente, até a viagem até LV, não me perguntem o porquê dele ter mudado tanto, eu não sei, nem eu, nem a Pattie, nem ninguém. É como se ele tivesse mudado da água paro o vinho.


 Saí do banho me secando e vestindo minha roupa logo em seguida. Pus uma arma na cintura, uma Voltran Blank-Pistol. E sim, eu sei atirar, melhor que muita gente profissional aí, tipo Bieber. Saí do quarto dando de cara com Ryan.


- Hey Ry.

- Jen quanto tempo – ele se virou para mim e arregalou os olhos. – Ual.

- Obrigado – sorri e beijei a bochecha dele. -  está descendo?

- Sim.

- Então vamos. 
- Ele sabe?
- De que?
- Dessa sua mudança.
- Não.
- Ele vai te matar.
- Que mate Ry, vai ser um grande favor, acredite.

 Ryan revirou os olhos e eu ri. Descemos as escadas rindo que nem hienas e assim que chegamos lá em baixo o clima tenso se alastrou. Bieber olhou para mim e para o braço de Ry que estava sobre meus ombros. Mordi meus lábios, nervosa, e agarrei na cintura de Ryan escondendo meu rosto em seu peito.

- O que está acontecendo? – Bieber perguntou.
- Nada, cara – Ryan disse calmo.
- Como nada? Jenny que roupas são essas? O que você está fazendo aqui fora? – olhei para ele e me afastei do Ryan – Quer levar outra surra?
- Tenta a sorte. – debochei. Foi tudo muito rápido, o vi vindo para cima de mim e eu em reflexo puxei a arma da cintura, pondo as balas rapidamente e apontei para ele que no mesmo momento parou.
- Onde conseguiu isso?
- Te interessa?
- Tu nem sabe atirar. – ele debochou.
- Convenhamos Bieber, você sabe que eu sei, melhor que você, ainda. – ri sínica e ele bufou.
- Eu quero matar você.
- E por que não mata? – o sarcasmo escorria pela minha boca. Peguei uma arma que estava em cima da mesinha, carreguei e joguei para ele. – vamos Bieber, atira bem aqui oh – apontei para o coração – e logo após aqui – fiz uma arma com os dedos e apontei para minha cabeça simulando um tiro. – é a sua chance, se livra do fardo, do encosto que você tem na sua vida. – sorri amargamente e olhei para Ry que me olhava assustado.

 Bieber posicionou a arma e olhou nos meus olhos, fechei os mesmo rapidamente e logo os abri. Soltei minha arma no chão e abri os braços. “Bem aqui” movi os lábios apontando pro meu coração. Escutei o barulho de dois tiros, senti dois braços fortes agarrando a minha cintura em um abraço e meu ombro ser molhados por lagrimas.

- Eu não posso viver sem você, Jen. – ele sussurrou no meu ouvido – Não posso, não quero e não consigo. Eu preciso de você. Eu sei que eu faço essas porras todas contigo, eu sou um monstro. Sei que te traio e que acabo descontando minha raiva em você, me desculpe por isso. Eu tenho medos Jen, medo de te perder, medo de você ir embora, achar alguém melhor que eu, que convenhamos, não é difícil. Tenho medo de você nunca mais voltar pra mim, de tu me deixar e é por isso que faço essas porras todas contigo, por não saber mais como demonstrar meu amor por você, é doentio Jenny, eu te amo de um jeito louco, insano e possesso. Eu te amo de uma forma horrível, mas, amo, do meu jeito estranho, mas amo Jen. – ele segurou meu rosto e colou nossos lábios.
- Eu te amei, Bieber. Hoje só sinto medo.


oi gente, demorei mas tô aqui, os cap's vão ser pequenos agora, e eu vou postar todas as terças, quintas, sabados e domingos, haha, comentem e tals, espero que gostem, amo vocês, xoxo @whybieber_

14 de abr. de 2013

Obsession - Parte um/O que é você e o que fez com o meu Justin?


Minhas mãos tremem demais. Eu perderei meu foco brevemente pois minhas pernas quebradas estão paradas aqui não posso nem lembrar, eu fico assustado.



Jenny P. O. V


“- Ei amor – falei assim que vi Bieber na porta do meu apartamento.
- Princesa – ele selou meus lábios 
- Como você tá?
- Bem melhor agora – ele sorriu e eu mordi meus lábios. – ei, vou pra Las Vegas amanha e só volto daqui a três dias, tudo bem?
- Claro – molhei meus lábios o beijando logo em seguida.
- Ei, Jen, eu te amo tá? Não importa o que aconteça, eu sempre vou te amar.
- Eu também te amo, príncipe.”

-

 Abracei meus joelhos mais fortes tentando abafar o choro que saía de mim, mordi meu joelho forte e passei minhas mãos para os meus ouvidos, apertando-os para que eu não pudesse escutar os gemidos que o Justin e uma vadia qualquer davam no outro quarto. Era assim, todos os dias depois que ele voltou de Las Vegas, prostitutas, festas, bebidas, drogas, traição, ele foi um e voltou outro. Ele foi dizendo que me amava e voltou jogando na minha cara a cada bofetada que me dava quantas vadias ele comeu. Eu não sei, sempre me disseram que o amor era doloroso, que ele era suicida, bastava esperar para ver. Eu não quis acreditar, mas, agora olha pra mim, olha pra quem eu sou agora e me perguntem se eu gosto de amar, me perguntem se amar é tão bom quanto parece ser, eu com um sorriso forçado te responderei com todas as letras que não, direi que amar é um ato doentio e doloroso.  

 Levantei calmamente e pus uma roupa confortável e logo após prendi meu cabelo em um coque no alto da cabeça. Escutei alguém bater na porta e fui até lá abrindo e sendo derruba com dois pequenos bracinhos me abraçando.

- Ei, vai com calma Josh. – sorri o enchendo de beijos.
- Estava com saudade, Tia Jen.
- Eu também estava, anjo.
- Papai disse que a gente só podia vir aqui agora rapidinho já que o tio Justin está ocupado, porque senão ele briga com a gente.
- Ainda bem que seu pai disse isso. – levantei com ele no colo e olhei Niall parado no batente da porta olhando para nós sorrindo. – Estava com saudades Niall.
- Eu também estava, Jen. Mas, você sabe que eu tenho regras a cumprir. – assenti – além de que, não quero que você sofra mais do que está sofrendo.
- Eu sei – suspirei fundo e parei de escutar os gemidos – tá na hora – ele assentiu e eu beijei a bochecha de Josh, passando-o para Niall, acenei para ambos e fechei a porta. Me sentei na cama encostando na cabeceira e encolhi minhas pernas abraçando as mesmas.

 Suspirei fundo ao escutar os passos e tremi de medo ao sentir que ele entrou no quarto, abracei mais fortes minhas pernas na intenção se proteger da surra que ia levar, oque sabia que era um ato estupido.

- Jen, Jen – escutei sua voz que antes me acalmava hoje me arrepiava de tanto medo – eu já não sei mais o que eu faço contigo – escutei seus passos se aproximares, sua mão pegou fortemente em meus cabelos, puxando minha cabeça para cima, me fazendo encarar aqueles olhos cor-de-mel que um dia eu tanto amei. – Eu deveria te matar sabia? Tu não me serve pra nada mesmo.
- Então mata – sussurrei e ele riu debochado.
- Eu não posso, eu te amo e não posso te matar.
- Você não me ama, Bieber.
- Oh, você não sabe o que fala, pequena Jen.
- Você é obcecado. – me debati tentando me soltar dele. Senti sua mão apertar fortes minhas bochechas. Senti uma dor forte no estomago e vários chutes em seguida no mesmo. Cuspi puro sangue em sua mão e ele socou forte meu rosto. Me pegou pelos cabelos me tacando contra o armário, coloquei minha mão na cabeça sentindo os sangue escorrer por ela.

 Ele estava fora de si, enquanto me batia, sussurrava palavras sujas, jogava na minha cara quantas vadias tinha pego e gritava para que eu gemesse de dor, porque ele adorava aquilo, eu podia sentir ele descontar toda sua raiva em mim, podia ver o quanto suas palavras saíam dolorosamente de sua boca, sentia em cada tapa, chute e soco que ele me dava, o dobro da dor que ele estava sentindo. Eu implorava silenciosamente a Deus para que aquilo acabasse logo, implorava pela morte, implorava por um fim, o fim daquele pesadelo.

 Eu não aguentava mais, era como se todo o meu corpo fosse se desmanchando a cada toque dele, é como se a morte tivesse me atingindo dolorosamente devagar. Eu queria gritar para ele parar, queria implorar para que ele me matasse logo, queria berrar para que ele me deixasse ir da vida dele, que ele me deixasse ser feliz novamente, ou simplesmente que ele voltasse a ser quem ele era antes, que ele me amasse como antes, que agisse como antes.

 É pedir demais? É pedir demais tê-lo novamente comigo, queria que ele voltasse a ser quem ele sempre foi, o meu Justin, o meu menino Justin. Fechei os olhos na função de tentar tirar da mente tudo que estava acontecendo, fechei os olhos e orei.

Querido Deus, sei que o senhor pode me ouvir, sei que estas me olhando daí de cima, me ajude Deus, leve embora todo esse sofrimento, Deus, o que eu fiz para o Senhor? Eu estou realmente merecendo todo esse sofrimento? Pai, trás de volta a mim o meu menino, traga de volta a minha paz, a minha felicidade. Senhor, cuide da sua serva, acabe com o meu sofrimento, diga mim Deus, o que eu fizeste para merecer tanta dor, Pai, eu te imploro que me leve, leve minha vida, leve minha alma para perto de ti, deixe-me ser feliz Senhor. Amém

 Eu não sentia mais os tapas, nem os socos e chutes. Por um momento pensei que eu finalmente tinha morrido, mas, não, assim que abri os olhos o vi me fitando. Olhou suas mãos ensanguentadas e logo após olhou para mim, ele se aproximou de mim tentando me tocar mas, eu recuei. Fitei seus olhos marejados.

- O que é você e o que fez com o meu menino? – murmurei.
- Me desculpa, desculpa, desculpa, Jen, me desculpa – ele murmurava isso diversa vezes.

 O amor é realmente um ato suicida, algo que talvez valha apena morrer, afinal, minha alma foi perdida, mas, eu morri por amor. 



ei, tá aí o primeiro Cap, eu curti, sei lá, esse fic tbm não vai ser grande, vai mostrar uma face do Justin estilo Soul Rebel e eu espero de coração que vocês gostem. enfim, se vc leu e não quer comentar, pelo mande a seguinte frase no tt pra mim "@whybieber_ eu li" só isso, por favor, continua, xoxo @whybieber