21 de nov. de 2012

Dangerou Love - Capitulo 4 - (eu era um cachorro)

Você é tudo que eu quero esta noite, você é tudo o que eu preciso, meu mundo se vira para ver o seu sorriso, você está me dando uma razão (Reason - Emblem3) [deixando bem claro no começo do post que eles são meus e é isso aí]




Justin P. O. V

- Não sei se devo ficar Justin – ela disse se virando para mim e fitando meus olhos – Você precisa de um tempo sozinho – ela suspirou
- Não, eu preciso de você – Penny fechou os olhos como se apreciasse as palavras que acabara de sair de minha boca.  
- Tudo bem – ela suspirou novamente e abriu os olhos deixando aqueles lindas orbes castanhas a mostra mais uma vez – eu fico.
- Obrigada – sorri e a peguei no colo, caminhando lentamente até a cama a deitando com todo cuidado do mundo. Ela soltou uma gargalhada gostosa e eu a olhei confuso – O que foi?
- Está parecendo que somos dois adolescentes que vamos ter a nossa primeira vez – ela riu novamente. Ri junto. – É assim que eu gosto.
- O que?
- Você sorrindo.
- Posso te falar do que eu gosto? – perguntei deitando do seu lado e a puxando para mim, fazendo assim com que ela deitasse em meu peito.
- Sim.
- Do seu abraço. E de como sua voz me acalma. O que é estranho porque eu te conheci hoje e é como se eu já te conhecesse há tempos.
- Talvez tenhamos nos conhecido em outras vidas – ela murmurou
- Acredita mesmo nisso?
- Sim, por que não? Você mesmo não disse que parece que me conhece há séculos? Então...
 - Sim, mas, é que me parece tão louco. Não consigo me imaginar como um cachorro – fiz uma careta e ela riu
- Um cachorro?
- É um cachorro
- Por que um cachorro?
- Ah sei lá, creio que se eu já tive outras vidas em todas eu fui cachorro. Afinal, cachorros têm sete vidas. – ela afundou a cabeça em meu abdômen desnudo.
- Eu não acredito que disse isso – ela disse com a voz abafada.
- O que? – ela levantou a cabeça e me olhou
- “Afinal, cachorros têm sete vidas” – falou com uma tentativa falha de imitar a minha voz.
- E não têm?
 - Não – ela bateu em sua testa e negou com a cabeça – Gatos tem sete vidas, cachorros não. – falou como se aquilo fosse a coisa mais obvia do mundo e era só que o burro aqui não sabia.
- Ah – murmurei apenas.
-
Estávamos em um silencio absurdo há uma hora, eu poderia jurar que Penny havia dormido se ela não tivesse brincando a sua enorme unha em meu abdômen. Eu me divertia com seus longos e castanhos cabelos. Enrolava-os nos dedos, tentei até fazer minis tranças, mas, foi uma tentativa ridícula.
- Roxo – ela disse do nada.
- Sua cor favorita é roxo.
- Sim, e o que tem?
- Faz quantos séculos que eu não te vejo de roxo?
- Não exagera.
- Por que não usa mais roxo?
- Sei lá, porque eu cresci talvez.
- E que diabos tem haver você crescer com usar roxo?
- Não sei.
- Eu gostava de você de roxo.
- Por quê?
- Porque você ficava/fica sexy de roxo.
- Eu te acho mó tarada sabia?
- Mó?
- É, mó!
- Que coisa brega Justin, por que não “Eu te acho muito tarada sabia?”, mas, mó? Caralho minha vó falava isso. – ela disse me olhando
- Fala “caralho” de novo.
- Caralho de novo – ela riu
- Você pisca quando fala palavrão – eu ri
- O que? Mas que porra...
- Piscou.
- Que caralho Justin.
- Piscou.
- Vai se foder.
- Piscou.
- Foda-se.
- Piscou.
- Merda.
- Ah, você considera merda um palavrão também?
- Não, por quê?
- Porque você piscou. – eu ri e ela pulou em cima de mim começando a me estapear.
- Para Penny – pedi ainda rindo. Ela me olhou e parou. – Penny.
- Que foi?
- Você tem nome de macarrão. – gargalhei alto e senti suas delicadas mãos me baterem novamente. Eu ria tanto, mas tanto. Pior que não doía.
- Para com isso – disse rindo prendendo seus pulsos e a girando ficando por cima dela. Próximos demais, diria.
- Chato – ela fez um biquinho. Mordi meu lábio.
- Não faz isso – pedi fechando os olhos.
- O que?
- Biquinho. – abri os olhos a olhando.
- Por quê?
- Porque senão eu vou ser obrigado a fazer uma coisa que eu quero fazer desde que eu vi você entrando no meu escritório.
- O que?
- Isso – sussurrei perto de seus lábios e colei os meus nos dela. Pensei que ia ser estapeado empurrado ou sei lá o que, tudo ficou melhor quando senti sua mão em minha nuca, me puxando mais para ela, fazendo assim com que eu aprofundasse o beijo.


Opa, eu de novo.
Outro capitulo mega fofo pra vocês, eu sou apaixonada por esses dois, meu Deus.
Haha.
E aí o que acharam?
Leitoras fantasmas apareçam ou apenas cliquem ali em baixo em “eu li” que eu já fico feliz, haha.
Gente, eu tô fazendo BGs pro tt se vocês quiserem tá? Só pedir haha
Continua.
Amo vocês minhas princesa.
Xoxo @pfvrbieber_ and @KeatonPrinceso



20 de nov. de 2012

The Best Friend of My Brother - Capitlo 9 (cansei)

Eu sentirei sua falta como criança sente falta de seu cobertor, mas, eu tenho que seguir enfrente com a minha vida, chegou a hora de ser uma grande garota agora e grande garotas não choram (big's girls don't cry -Fergie)


Justin P. O. V
Megan gemia loucamente enquanto eu a penetrava sem dó nem piedade. Meu iPhone tocava freneticamente na mesinha de cabeceira daquele motel. Na tela o nome “Princesa” piscava enquanto uma foto nossa estava à mostra. Cheguei ao meu ápice sem esperar que Megan chegasse ao dela.
Isso é errado, eu sei. Mas, sou homem, preciso me satisfazer. Faz um tempo que eu tenho me encontrado com a Megan. E por minha sorte, até hoje não fui flagrado saindo do motel. Nem entrando. Minha relação com Anna não é mais a mesma, talvez por eu ser estupido de mais e não entende-la. Eu me odeio profundamente por estar fazendo isso com ela, só que é mais forte que eu. Não sou mais um adolescente, não tenho mais 18 anos, mas, ainda tenho meus hormônios a flor da pele.
Peguei meu iPhone a mesinha. 10 ligações não atendidas e uma mensagem. Abri a mensagem primeiro.
“Desculpa se estou te atrapalhando, mas, eu realmente queria escutar a sua voz quando dissesse o que ia dizer, mas como está ocupado demais comendo uma vadia loira qualquer (e que eu não faço questão nenhuma de saber o nome) vai ser por aqui mesmo, quero divorcio, juro que adoraria estar ao seu lado agora para ver qual seria a sua reação, mas infelizmente (ou felizmente) eu não estou, não se preocupe com a casa, ela é sua. Já até saí de lá e levei as crianças comigo e espero de coração que você não venha com um pedido judicial para tirar elas de mim, já conversei com a Pattie e acredite ela está muito decepcionada com você Bieber, nem tente me procurar, não vai servir de nada, você poderá ver o gêmeos quando quiser, basta marcar com a Pattie que ela me ligara marcando de pegar eles para leva-los até você, já liguei para o nosso advogado e acredite ou não Bieber, ele escolheu estar ao meu lado, já pedi os papeis do divorcio, arranje o seu rápido, temos reunião para dividir os bens segunda feira as 8 AM, passar bem, grata, Anna”
Engoli seco, li e reli aquela mensagem procurando alguma coisa do “rá pegadinha”, mas, não, era verdade. Ela realmente queria divorcio, ela havia descoberto da Megan e tudo mais. Olhei em volta e Megan já tinha ido. Mandei uma mensagem para ela “Não vou mais precisar dos seus serviços, está dispensada, grato, Bieber”.
-
Eu rodava a casa todinha procurando Anna ou as crianças. As roupas delas já haviam sido retiradas dos guarda-roupas. Eu estava em desespero e só conseguia pensar o quão estupido eu fui. Um vazio preenchia meu peito, doía, mas, doía tanto. Saí de casa correndo e entrei no carro dirigindo rapidamente até a casa da mamãe.
- MÃE – gritei quando abri a porta – MÃE – fui até a cozinha e ela estava lá, me olhou com raiva – mãe – fui até ela e quando ia abraça-la senti sua pequena e delicada mão entrar em contado com a minha face. Doeu, ardeu.
- Estou decepcionada com você, Justin. – ela suspirou me olhando – Nunca pensei que você a trairia. – meus olhos já estavam marejados – Ela me ligou chorando Justin, me ligou desesperada e me pediu para ligar a TV e adivinha? Lá estava você com alguma loira indo para um motel. – minhas lagrimas escorregaram pelo meu rosto. – Eu não te criei assim, eu sei que não errei com você. Não entendo por fez isso logo com ela.
- Mãe – sussurrei desesperado. E ela me abraçou – Me desculpa eu sou um idiota. – afundei meu rosto em seu pescoço deixando soltar alguns soluços.
- Ah filho, vai ficar tudo bem – Ela afagou meus cabelos calmamente.



Anna P. O. V
- Oh amiga, não fique assim – Cait me abraçou mais forte enquanto eu me derramava em lagrimas.
As imagens dele entrando no motel com a loira rondavam minha cabeça. Aquilo era torturante, eu não acredito que ele foi capaz de fazer isso comigo. Minha vontade era de espanca-lo. De te dar um tiro, mas, entrar na frente para salva-lo. Eu sei, confuso demais.
- Mamãe – escutei uma voz meiga e delicada me chamar. Limpei minhas lagrimas rapidamente. – Blinca tumigo?
- A tia Cait brinca com você ok? A mamãe tem que conversar com o tio Niall agora. – Avalanna assentiu e Caitlin pegou em sua mãozinha a levando para fora do quarto. Olhei para o Niall, fiz um biquinho que tremeu e ele veio até mim me abraçando.
- Eu te amo Anna, vai ficar tudo bem – Niall murmurou. E eu me afundei mais em seu abraço.
-
Segunda-feira, 8 AM, escritório de advocacia.

Escutei a porta abrindo e Bieber entrando acompanhado de um homem de terno.
- Bom dia – o homem disse apertando a mão do meu advogado e a minha.
- Bom dia – Willian respondeu e eu fiquei quieta.
- Olha minha cliente – eles começaram a falar e eu nem prestava atenção. Fitava minha unha mal feita, brincava com meus dedos, fazia pequenas tranças em meu cabelo, enrolava-os nos dedos, mexia no iPhone.
- Eu não vou assinar isso – olhei rapidamente para o Bieber.
- O que? – gritei.
- É isso mesmo, não sem tentar te reconquistar novamente – ele sorriu galanteador e eu bufei com vontade de estapeá-lo.

Vamos lá
Ódio eterno do Bieber, eu sei haha
Enfim, respondendo a minha linda da @GlitterofJustin, então eu estou deixando de acreditar no “believe in your dreams and never say never” Bieber está me decepcionando tanto, não o reconheço mais, realmente quero o meu Kidrauhl de volta, estou tentando me manter forte, mas, confesso está difícil. Enfim, o que está acontecendo princesa?
Enfim novamente, continua, espero que gostem.
Amo vocês por demais.
Xoxo @pfvrbieber_ :*



19 de nov. de 2012

Dangerous Love - Capitulo 3 (pobre rapaz)

Você não consegue ir para cama sem uma xícara de chá, e talvez seja por isso que você fala enquanto dorme. E todas essas conversas são os segredos que guardo, embora isso não faça sentindo para mim. Sei que você nunca amou sua voz gravada, você nunca quer saber o quanto você pesa, ainda tem que se apertar para entrar em seu jeans. Mas, você é perfeita para mim. (Little Things - One Direction) 




Penny P. O.  V

- Penny, por que quando construíram uma igreja no fundo do mar chamaram o polvo para ser o pastor? – Biebs perguntou. Estávamos no carro indo para o condomínio, e por pura coincidência a casa dele é de frente para o meu apartamento. Ok.
- Não sei, por quê? – perguntei já querendo rir.
- Por que a voz do Polvo é a voz de Deus – gargalhei da piada ridícula junto com ele, o caminho todo estava sendo assim ele com essas piadas idiotas, e eu idiota também, rindo.
- Minha barriga já tá doendo Biebs – disse pondo a mão na barriga.
- Tá, tá, só mais duas. – ele disse cessando (tentando) o riso – quando o sapato ri? – fiz um não sei com os braços – Quando ele acha “graxa”. – ri mais ainda – Ok, ok, a ultima. – ele respirou fundo e eu também – Quando o papai Noel morrer ele não estará mais “em-trenós” – gargalhei alto – entendeu? “em-trenós” – ele soltou uma gargalhada gostosa de ouvir.
-
Paramos enfrente a nossa casa, e o celular do Bieber tocava freneticamente. Ele fez um sinal pra que eu esperasse e eu assenti.
- Alô?
...
- O que? Por que está dizendo isso?
...
- Você está entendendo mal.
...
- Você não pode fazer isso.
...
- Vamos conversar com calma. Pessoalmente.
...
- Não tire conclusões precipitadas.
...
- Tem certeza que quer isso?
...
- Tudo bem, tchau.
Ele me olhou com os olhos marejados, e meu coração doeu. Merda continua de pedra coração, continua de pedra, pelo amor de Deus.
- O que aconteceu?
- Nada, nada não. – ele forçou um sorriso.
- Tem certeza?
- Sim, tenho.
- Hm, ok, boa noite?
- Pra você. – me aproximei dele e beijei sua bochecha deixando o carro logo em seguida.
-
- Cheguei Allys – disse me jogando no sofá ao lado dela.
- Por que chegou só agora? – ela perguntou ainda vidrada na TV
- Estava com o Justin – suspirei pesado pensando o quanto seria difícil mata-lo depois
- Sabe que se você se apegar mais a ele vai atrapalhar no seu trabalho que mal começou, não sabe? – ela perguntou me fitando e eu assenti manhosa.
Escutei meu celular tocar.
- Alô?
- Penny? Sou eu.
- Ah, oi Biebs.
- Você poderia vir aqui em casa, por favor? – foi aí que eu notei a sua voz, chorosa, manhosa e dolorosa de se ouvir.
- Aconteceu algo?
- Só vem, por favor. – ele suplicou.
- Ok, deixa a porta aberta. Chego aí em 30 segundos.
Desliguei sem esperar uma resposta. Coloquei meu celular no bolso e saí correndo para porta.
- AONDE VOCÊ VAI? – escutei Allys gritar.
- SOCORRER O MEU ÍDOLO.
Atravessei a rua correndo e entrei na casa dele. Podia escutar seu choro alto da sala. Subi as escadas correndo procurando o quarto dele. Seguia o som do seu choro. Entrei desesperada em uma e bingo, lá estava ele. Seu estado era deplorável, e olha que só tem meia hora que eu o vi pela ultima vez.
- O que aconteceu? – minha voz falhou ao ver ele naquele estado.
- Ela terminou comigo – ele me fitou – Disse que não conseguia suportar a distancia. – ele soltou um soluço. Sentei ao seu lado na cama e sem pronunciar uma palavra o abracei. Ele me puxou para mais perto fazendo com que eu sentasse em seu colo, passando uma perna de cada lado de seu corpo e enterrou sua cabeça em meu pescoço. Afaguei seus cabelos calmamente. Ficamos assim por longos minutos. Era tão doloroso vê-lo assim.
- Eu sabia que isso ia acontecer – disse suspirando e me afastando dele. Peguei seu rosto fitando seus olhos caramelados – Ambos sabíamos disso. E você mais do que ninguém sabe que isso foi só um pretexto para ela te dar um fora. – ele suspirou e abaixou o olhar – Não, não abaixe a cabeça eu preciso que me olhe enquanto eu digo isso – peguei em seu rosto novamente levantando-o – Eu amo você, suas beliebers amam você. Você é novo Justin, novo demais para se prender a um relacionamento. – ele mordeu os lábios cessando o choro – Você me faz tão bem, e eu não suporto te ver assim. Você tem milhões de meninas que dariam tudo para te fazer feliz. Milhões de meninas que precisam do seu sorriso para viver – suspirei pesado – Eu preciso do seu sorriso para viver. Eu amo esse seu jeito de querer ser menino e homem ao mesmo tempo, isso te faz tão especial e tão único. Te faz ser tão idiota, mas, quem se importa? Meninas costumam ter quedas por idiotas. Você faz pessoas se alegrarem com a sua presença, então, não chore. Você me faz rir de uma maneira que ninguém consegue Justin, e me magoou algumas vezes, mesmo sem saber. Eu amo essa sua humildade, amo o jeito que ninguém tira isso de você. Não vale a pena ficar assim, e eu sei que você a ama, mas, é tudo tão passageiro. Vai passar, é só uma paixão, porque de certa forma, você conseguia explicar, isso não é amor, como digo, pobre amor que não pode ser explicado. Vai ficar tudo bem, apenas sorri mais uma vez, nada mais importa Bieber, tudo passa, tudo fica bem. – suspirei mais uma vez – Eu te amo nunca se esqueça disso. – dito isso, saí de seu colo pondo-me a andar em direção a porta. Mas logo sendo agarrada por dois braços fortes. Pobre rapaz que não sabe o que é o amor. Pensei.
- Não vá, fique aqui comigo – ele sussurrou no meu ouvido – eu preciso de você.


Opa, Luluzinha vai falar
Eu simplesmente AMO esse capitulo porque sim. Desculpa a demora. Não estou muito bem. Estou machucada sentimentalmente e estou com um puta ódio do Bieber e estou pensando em desistir de tudo, mas enfim.
Espero que gostem,
Eu amo vocês demais.
Xoxo @pfvrbieber_


11 de nov. de 2012

The Best Friend of My Brother - Capitulo 8 (Eu respiro você)

Sua mão se encaixa na minha como se fosse feita só para mim, mas, mantenha em mente isto era destino e estou ligando os pontos, com as sardas em suas bochechas e tudo faz sentido para mim. Sei que você nunca amou as rugas nos seus olhos quando você ri, você nunca amou sua barriga e coxas, as covinhas em suas costas no final da sua espinha, mas eu as amarei para sempre (Little Things - One Direction)



Anna P. O. V
- Mô? – escutei Justin me gritando do andar de baixo, tinha acabado de colocar os gêmeos para dormir e xinguei Biebs mentalmente com medo que o grito dele acordasse os dois – Desce aqui por favor – ele gritou dessa vez mais alto. Xinguei-o novamente. Saí do quarto dos gêmeos e andei lentamente até as escadas descendo-as no mesmo ritmo – ANNA, PORRA CADÊ VOCÊ? – respirei fundo e aumentei meu ritmo chegando à sala. Justin estava de pé virado para TV.
- Eu juro que se você acordar as crianças, eu te espanco – disse calmamente.
- Desculpa juro que coloco os gêmeos para dormir, sem reclamar dessa vez – ele disse se virando com as mãos na barriga segurando algo, ou melhor, um animal. Sorri ao distinguir qual era.



Justin P. O. V
- Você gostou? – perguntei entregando a cachorrinha pra ela.
- Ela é linda – Anna passou o dedo entre a boca da bichinha. Sorriu.
- Que bom que gostou Angel. – ela me olhou e sorriu. Reparei na roupa em que ela usava, estava totalmente sexy com meu moletom e um mini short. – Por que me olhou assim?
- Fala de novo.
- O que?
- Oque você disse depois de “gostou”.
- Angel – ela sorriu novamente.
- De novo
- Angel.
- Mais uma vez.
- Angel. Angel. Angel. Minha Angel, só minha. Angel. Angel. Angel.  – a peguei pela cintura fazendo com que ela deixasse a cachorrinha no sofá. Erguia-a e a rodopiei. Ela ria. Muito. Parei com ela no colo e ela me olhou – Eu amo você – e sem esperar uma resposta selei nossos lábios.
-
- NÃO SEJA RIDICULA ANNA – gritei, estávamos brigando de novo – SERÁ QUE VOCÊ NÃO PENSA? MAS, QUE PORRA. EU PRECISO DE VOCÊ.
- E VOCÊ ACHA QUE EU NÃO PRECISO DE VOCÊ JUSTIN? ACHA QUE ESTÁ TUDO BEM? NÃO, NÃO TÁ, CARALHO TENTA ME ENTENDER PELO MENOS UMA VEZ.
- JÁ É A SEGUNDA VEZ ANNA, SEGUNDA VEZ.
- O QUE? VOCÊ TÁ PUTINHO SÓ PORQUE EU NÃO QUERO FAZER SEXO COM VOCÊ? SÓ PORQUE EU NÃO TO ME SENTINDO BEM PARA ISSO? VAI SE FERRAR BIEBER, O MUNDO NÃO GIRA EM TORNO DE VOCÊ.
- GIRA SIM, CLARO QUE GIRA. AFINAL EU SOU O JUSTIN BIEBER, TODAS ME AMAM, TODO MUNDO ME IDOLOTRA E VOCÊ NÃO PODE NEGAR SEXO AO JUSTIN BIEBER – senti sua mão estalar em meu rosto. Doeu, doeu muito. – POR QUE DIABOS VOCÊ FEZ ISSO?
- Ah, não se lembra?
FlashBack on-
- Mô – murmurei.
- Sim – ela disse com a voz mansa. Seu corpo nu estava colado ao meu. Suas unhas faziam desenhos aleatórios em meu abdômen enquanto minhas mãos se divertiam em seus longos e castanhos cabelos, aqueles que eu tanto amo.
- E se a fama me subir à cabeça?
 - Eu vou estar lá em baixo como um peso no seu pé, deixando que isso nunca aconteça contigo, digo, sempre tentarei te manter pés no chão – rimos.
- Não Ann, serio.
- Eu não sei – ela suspirou derrotada. – E se a fama te subir a cabeça Biebs? – ela perguntou – E se um dia você chegar para mim dizendo “Eu sou o Justin Bieber e isso e aquilo”?
- Aí você me dá uma tapa na cara – ela me olhou riu e me selou.
- Tudo bem.
FlashBack of-
- Quem é você? – suas lagrimas desciam sem controle por sua face. E sem esperar uma resposta minha se virou subindo as escadas rapidamente.
Eu estava estático. Minha mão se encontrava no meu rosto e eu só pensava em uma coisa, ela me bateu. Ela me bateu. Como ela foi capaz de fazer isso? Para de ser idiota Bieber, você quis força-la a fazer sexo contigo, briguei comigo mesmo. E por um momento me toquei, subindo as escadas correndo indo até o nosso quarto.
Ela estava lá, mas, não do jeito que eu gostaria de vê-la. Sua mala estava em cima da nossa cama, e ela jogava suas roupas da com agressividade.
- O QUE VOCÊ PENSA QUE ESTÁ FAZENDO? – gritei desesperado
- EU NÃO TÔ PENSANDO, EU ESTOU FAZENDO, PONDO EM PRATICA ENTENDEU? – ela gritou e mesmo com a voz falhando, transmitiu uma certeza que me doeu, lá dentro.
- VOCÊ NÃO VAI A LUGAR NENHUM – gritei de novo.
- VOU SIM, VOCÊ NÃO MANDA EM MIM – ela continuava a jogar suas roupas na mala. Tudo de qualquer jeito.
- ENTÃO VAI ANNA, VAI EMBORA – peguei suas roupas no guarda-roupa e as joguei dentro da mala também, não eu não sei o que estou fazendo tá bem? Estou desesperado
- PARA COM ISSO – ela gritou me empurrando. Suas lagrimas jorravam pelo seu rosto. Não a obedeci continuei jogando suas roupas na mala – PARA COM ISSO CARAMBA, PARA – ela me empurrou novamente.
- VOCÊ NÃO QUER IR EMBORA? ENTÃO VAI EMBORA – me desesperei mais ainda e as minhas lagrimas teimosas rolavam pelo meu rosto. Cheguei perto dela e a abracei, mesmo com ela renegando.
- ME SOLTA PORRA – ela começou a me bater – ME SOLTA BIEBER, ME SOLTA – a prensei mais em mim e sem forças ela se aquietou – me solta, por favor, me deixe ir embora – ela disse com a voz falha.
- Eu deixo você ir embora, mas, só se você me levar com você – murmurei – me desculpa meu amor, por favor, me desculpa eu sou um idiota. Eu me odeio por fazer você chorar. – ela passou seus braços pela minha costa. E me apertou contra seu corpo mais ainda.
- Você é um idiota – ela sussurrou soluçando.
- Eu sei, sei disso, mas, esse idiota aqui te ama tá? Mais que tudo no mundo. E vai fazer de tudo para te ver sorrir, por que você é a minha vida Anna, eu estaria perdido sem você.
E por alguns segundos imaginei minha vida sem ela, o quanto nada mais faria sentido, por alguns segundos meu coração falhou e só de pensar em perdê-la doeu, se um dia eu perdesse essa mulher, eu morreria, pararia de respirar, eu a respiro, eu sinto sede dos seus beijos e fome de seu corpo, sinto desejo de sua pele, sinto anciã de sua voz e eu vivo seus toques, por uns minutos, me imaginei sem fitar aqueles olhos cor-de-mel, o mundo desabaria sobre meus pés, forçando assim com que eu caísse também.

Lulu  falando agora, rs
Vocês devem ta querendo me matar k, enfim tenho meus motivos ok? Bem, dia 11 é aniversario da minha mãe e eu tava organizando a festa surpresa dela. E bem quinta feira (08/11/2012) eu cantei na minha escola, no festival literário e tudo mais, sim eu canto, pois é e estou começando a montar uma banda. E então eu passei o tempo todo ensaiando com o pessoal, fiquei sem tempo pra respirar fora as provas e os simulados que eu tive. E eu também estou ficando com um garoto aí, é, o Miguel eu sempre fui afim dele daí ele pediu pra ficar comigo, foi lindo demais mesninas, meu Deus, e então a gente tá se curtindo um pouco, mas, de maneira nenhuma eu abandonei o blog ok? E pra quem quiser o vídeo, está aqui.
Enfim, o que acharam do capitulo?
Confesso estou sem inspiração.
Mas, tá aí.
Espero que gostem.
Continua.
Duvidas aqui
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Eu amo vocês minhas Luliebers.
Xoxo @pfvrbieber_



25 de out. de 2012

Aviso

Aviso: Eu Luiza Oliveira, não vou postar nada hoje. "por que?" Simples, hoje é aniversario da Avalanna e eu não estou nada bem. "A Luiza que besteira é só a Avalanna" Não, não é só a Avalanna, não é drama nem nada. Mas, eu SEMPRE deixei claro aqui, que a Ava é simplesmente tudo pra mim, meu anjo minha princesa e que se eu pudesse daria a minha vida para que Deus trouxesse ela de volta, enfim, é isso. 
Até amanha. Amo vocês Minhas Luliebers. 
Xoxo @pfvrbieber_

22 de out. de 2012

Dangerous Love - Capitulo 2 (Nova estilista?)

Quanto tempo faz? Não importa mais, você é meu vicio assumo e digo mais, nada teria valor se não tivesse ao meu lado você, que me dá tudo que eu preciso. Com você eu faço, do inferno o paraíso. ( Divina Comédia - Scracho)






Justin P. O. V

- Como assim um novo estilista? – perguntei indignado.
- É uma estilista. – Scooter disse revirando os olhos –
- Mas, e o Ryan?
- Ele tirou umas ferias Justin. Relaxa tá, é apenas um ano.
- UM ANO É MUITO OK? EU NÃO QUERO NENHU... – fui interrompido pela porta abrindo e uma menina falando.
- Desculpe, estou atrasada. Desculpe-me mesmo Senhor Braun, isso não vai se repetir. – ela disse um tanto embolada, nervosa talvez.
Cabelos longos e castanhos, olhos castanhos um tanto puxados para o verde. Corpo perfeito. Ela usava uma roupa que definia bem as suas curvas. Digamos que ela tem muito swag. Já contei como ela é linda?
- Ah sim, senhorita Pennellopy certo? – Scooter perguntou
- Oh, senhor, me chame apenas de Penny.
- Se for assim, apenas Scooter – ela sorriu envergonhada. Oh sorriso lindo. – Esse é o Justin – ele disse apontando para mim.
- Muito prazer senhor Bieber – ela sorriu novamente e estendeu a mão para mim.
- Apenas Justin, Penny. – segurei em sua mão e a puxei para um abraço. – O Prazer é todo meu – sussurrei
-
- Seus desenhos, eles são perfeitos – disse boquiaberto olhando para as folhas que ela acabara de me mostrar.
- Ah, que isso. São apenas esboços, ainda não estão finalizados.
- Algum especial para mim? – perguntei
 - Na verdade, sim. – ela sorriu
- Posso ver?
- Sim. Mas, só vou te mostrar um. – fiz bico e ela riu. Levantou da mesa e foi até a bolsa que estava jogada no sofá da sala dela. Tirou um papel lá de dentro e veio andando até mim lentamente.
- Aqui – ela me entregou o papel e tinha um modelo simplesmente perfeito e do lado tinha outro desenho, mas, era feminino.
- É perfeito – sorri – Mas, pra quem é esse?
- Pra Selena.
- Gosta de Jelena então? – ela me olhou pensativa
- Bem, não.  – ela olhou par baixo
- Ah – murmurei
- Bem – ela olhou o relógio em seu pulso – Tenho que ir, te vejo amanha Justin. – ela se levantou rapidamente e por impulso segurei em seu pulso.
- Não quero que vá – sussurrei e ela sorriu fraco.
- Tenho que ir.
- Posso te levar então?
- Claro – sorriu
-
- Para onde está indo? – ela perguntou confusa – Esse não é o caminho da minha casa.
- Eu sei.
- AH MEU DEUS – ela exclamou – EU SABIA. SABIA.
- O que?
- QUE VOCÊ IA ME SEQUESTRAR – ela disse e gargalhou, uma gargalhada muito gostosa sabe? Gargalhei junto.
- Claro baby, não resisti ao seu swag. – rimos mais.
- Ai, ai – ela disse e suspirou sessando o riso – Agora é serio, para onde está me levando?
- MC Donald’s – disse e ela esboçou um sorriso
- Eu amo MC Donald’s
Parei o carro no estacionamento e saí. Corri até a porta dela e a abri.
- Uh, cavalheiro. – ela riu
Passei meu braço por sua cintura a guiando para dentro do local. Não estava cheio. Tinha apenas duas famílias lá. Andei agarrado na cintura da Penny até uma mesa e ela colocou sua bolsa lá e nós andamos até o balcão. Duas atendentes conversavam animadamente que nem notaram nossa presença. Ficamos esperando uns dez minutos, juro, sem exagero.
- Garãn. – limpei a garganta e elas olharam para nós. Arregalaram os olhos.
- Pois não? – uma delas nos atendeu. Percebi sua mão tremendo enquanto segurava o cardápio. Senti Penny balançar meu braço rapidamente.
- Fala Penny.
- Eu quero um MC lanche feliz, quero muito, muito mesmo, pede um MC lanche feliz para mim? Por favor – ela alongou o “favor” me fazendo rir.
- Por que quer um MC lanche feliz?
- PORQUE É UM BONEQUINHO DO BOB ESPONJA. BOB ESPOJA. B-O-B E-S-P-O-N-J-A. – ela disse histérica e eu gargalhei.
- Tudo bem, quero dois MC lanche feliz. E quero coca também. Capricha na batata, por favor – disse ainda rindo.
- AH OBRIGADO – ela se virou para mim e pulou no meu colo me abraçando. Logo depois desceu e deu um beijo estalado no minha bochecha.
- Aqui está senhor – a atendente disse ainda tremendo e pondo a bandeja em cima do balcão.
- Obrigado – paguei e me virei
- Ah, Justin? – me virei e fitei a atendente
- Sim?
- Me dá um autografo, por favor? – sorri assentindo e caminhei até ela deixando antes a bandeja com Penny que olhava tudo atentamente. Peguei uma caneta com ela e um guardanapo “Um grande beijo para Sophia, com amor Justin”.
- Quer uma foto também? – perguntei ainda sorrindo
- Não tenho câmera.
- Sem problemas – peguei meu iPhone no bolso e tirei uma foto com ela postando no instagram e twitter – Pronto, agora é só pegar lá. – ela sorriu agradecida e eu me virei indo até Penny novamente. Que me olhava sorrindo e com os olhos marejados. Caminhamos até a mesa e sentamos.
- Isso foi lindo – ela sorriu
- Eu amo minhas fãs.
- Eu sei – ela sorriu, parecia que estava se lembrando de algo.
- Que foi? É minha fã também? – perguntei risonho
- Não.
- Não?
- Não.
- Ah.
- Sou belieber, é diferente. – esbocei um sorriso gigante.
- Já foi em algum show meu?
- Sim – ela sorriu se lembrando de algo.
- Aonde?
- São Paulo.
- São Paulo? Tipo, Brasil?
- Sim.
- Você é brasileira?
- Sim.
- Ok, me conte mais sobre você. – perguntei curioso dando uma mordida no meu hambúrguer.
- Bem, - ela começou e deu uma mordida no hambúrguer dela também. – sou carioca, nascida e criada no Rio. Me mudei para São Paulo assim que meus pais faleceram. Foi eu e minha melhor amiga lá, a Alice, devia conhecê-la vocês iam se dar bem. Fui pra São Paulo para fazer minha faculdade de moda, terminei os estudos com 16 anos e comecei a faculdade com 16 anos. Tenho dezoito anos, belieber, lovatic e directioner. E, bem, completamente apaixonada por um retardado.
- Quem?
- Você.

Opa me deixa falar agora.
 Eaí???????? Vou postar The best friend of my brother amanha.  Porque sim.
Gostaram desse Capitulo? Eu gostei, hm.
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Continua, amo vocês.
Xoxo @pfvrbieber_:*



16 de out. de 2012

Dangerous Love - Capitulo 1 (missão)

Toda a minha vida eu fui boa, mas, agora eu estou pensando "Ah, que se dane" (What the Hell - Avril Lavigne) 






Penny P. O. V

“Sabe, tudo mudou tão rápido, apenas uma semana para terminar o colegial e pronto, as coisas vão mudar completamente. Minha faculdade? Esquece. Vou tentar realizar o sonho do meu pai, máfia, sim eu vou me tornar uma mafiosa, daqui alguns dias estou indo para o Estados Unidos, e me tornar uma criminosa. Meus sonhos, planos, tudo, vão ficar apenas aqui, em uma folha de papel, apenas mais uma parte de meu diário, o único em que posso confiar.”
- Penny – ouvi Alice gritar meu nome – Vem cá, rápido
- Calma Allys, já vou.
Alice, juro que não sei viver sem ela, ela é minha melhor amiga, ela é a única que sabe da máfia e ela é a única que vai comigo, deixar a grande São Paulo e nos perder em Nova Iorque.
- Beleza Allys, o que quer?
- Senta aqui, e olha. – ela disse vidrada na tela do notebook que se encontrava em seu colo. Sentei-me ao seu lado e fitei a tela – Olha que lindo, é barato e da para nós duas dividir as despesas, e agora que você vai trabalhar na máfia a gente vai ficar ricas pra porra amiga
- Ricas pra porra? – ri enquanto via o apartamento – Beleza Allys, pode comprar, e se prepara que daqui a sete dias Nova Iorque nos espera
-
A semana passou rápido, eu e Alice não comparecemos a formatura, só passamos na escola e pegamos o diploma, e agora, estamos em Nova Iorque, nunca pensei que essa cidade seria tão linda, a cidade que nunca dorme. Desempacotar as coisas e ajeitar tudo no apartamento. Foi isso que eu e Alice fizemos o dia inteiro. E depois um pouco mais a noite, fui falar com o presidente da máfia, pois é talvez ele já estivesse me esperando. Agora é só ter sangue frio e coragem para matar quem a pessoa que me contratar pedir.
Talvez esse seja meu destino, ser uma criminosa, talvez matar seja realmente o meu dom, seguir os passos de meu pai e ser a melhor mafiosa da máfia. Eu não queria, mas meu pai sempre quis que uma descendente sua seguisse seus passos, e aqui estou eu, realizando o sonho dele.  Perdi meu pai e minha mãe há dois anos em um acidente de carro e depois disso comecei a me sustentar sozinha e dividir o apartamento com a Alice.
Eu aprendi a me virar, percebi que a vida não é um conto de fadas aonde tudo vai acabar em um feliz para sempre, a vida tem seus altos e baixos e que você tem que ter um coração de pedra, tem que ser frio e sem sentimentos. Porque senão as pessoas vão te pisar e passar em cima de você como se fosse um mero objeto. E é assim que eu sou uma pessoa fria, sem sentimentos, com coração de pedra.  Mas em meus pensamentos, ah meus pensamentos, tão fúteis quanto de uma adolescente, tão quente, o meu único refugio onde posso fazer o que eu quero sem que ninguém saiba. Como a minha misera folha de papel. Meu misero diário, onde se encontram meus sonhos e desejos. Coisas que nunca vão se realizar.
Quem sabe meu sonho de um ser uma estilista se torne realidade, quem sabe. Eu descobri que na vida nada é como a gente quer nada é como sonhamos, tudo tem seus altos e baixos, e no momento, bem no momento eu estou nos meus baixos. Sempre fui o tipo de menina independente, fria... Sabe eu nunca tive medo da morte. Meus pensamentos foram interrompidos pelo meu celular tocando.
- Alô?
- Pennellopy.
- Sim, quem fala?
- Seu chefe.  Tenho um trabalho para você.
- Diga.
- Preciso que mate uma pessoa.
- Quem?
- Justin Bieber – engoli seco
- O cantor famoso?
- Ele mesmo.
- Mas...
- Sem, mas, Pennellopy, você tem um ano.
Ele desligou o celular e eu estava paralisada. Isso seria mais difícil do que eu pensava, afinal, matar seu ídolo não é nada fácil.

A escritora mais linda do mundo vai falar agora
Uh, história nova na aérea.
Espero que gostem minhas Luliebers
Amo vocês
Xoxo Luiza:*